quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Como recuperar fotos apagadas?

Enviado por Francine de Mattos   
Hoje é possível recuperar sim as fotos e outros arquivos que foram por um acaso apagados de sua câmera digital, basta ela ter o recurso "USB Disk".

Observação: Importante ressaltar que após descobrir que apagou acidentalmente os arquivos de sua câmera, não se deve mas colocar nada nela, não tire mais fotos, até conseguir recuperar os arquivos perdidos, pois a câmera pode sobrescrever os dados dos arquivos a serem recuperados, eliminando a possibilidade de sucesso na recuperação.

O software que utilizaremos para esse tutorial será o "TuneUp Utilities 2004".

1º Passo: Conecte sua câmera ao computador. Abra a janela principal do TuneUp, clique em "File recovery & Destruction" e depois em "TuneUp Undelete".


2º Passo: Selecione a unidade de "Disco removível" e clique em "Next".



3º Passo: Agora digite a extensão dos arquivos que vão ser recuperados. Para todos os arquivos, deixe em branco. Existem duas opções abaixo. "Não mostrar arquivos com 0 Byte" e "Mostrar somente arquivos em boas condições". selecione a seu critério, ou se não saber o que fazer deixe em padrão.

Após isso, clique em "Next", o processo de procura irá começar. E o tempo vai variar de acordo com a velocidade e o tamanho da memória da sua câmera.




5º Passo: Irá aparecer a tela abaixo, com duas opções, a primeira é para restaurar os arquivos na própria câmera (não recomendo), e a segunda, para salvar os arquivos em outro lugar, por exemplo no seu Disco rígido. Selecione "Restore to an alternative location" e clique em "OK".


6º Passo: Agora, escolha o local onde quer salvar os arquivos encontrados.


7º Passo: Dê um nome válido a eles.


8º Passo: O programa irá salvar os arquivos agora. Aguarde o término do processo.


Pronto! Agora você recuperou seus arquivos com êxito, todas aquelas fotos importantes que foram apagadas voltar a existir.
Detalhe, que esse processo pode ser usado para recuperar arquivos que foram deletedos do seu Disco Rígido por exemplo MP3, AVI, DOC, etc....

Fonte: Fotografeumaideia.com.br




Lentes e Distância Focal

As lentes são a alma da câmera fotográfica. Através da passagem da luz pelos seus cristais, os raios luminosos são orientados de maneira ordenada para sensibilizar a película fotográfica e formar a imagem.

Uma lente (também chamada de objetiva) é formada basicamente de 3 elementos: um corpo, geralmente de metal ou outro material de boa resistência, que envolve e protege os elementos internos; os cristais, que constituem o elemento ótico da estrutura, ou seja, a lente propriamente dita; e o diafragma, estrutura que controla a quantidade de luz que passa através da lente.

As lentes autofocus dispõem também de estruturas que orientam a focalização da imagem, que geralmente é controlada pela câmera. Alguns modelos possuem um microprocessador e um motor interno, que controlam o foco independentemente da câmera, como na linha EOS da Canon e AF-S da Nikon.

Tipos de lentes
A distância focal, medida em milímetros, é a distância entre o centro ótico da lente e a película fotográfica (ou o CCD nas digitais), situada no interior do corpo da câmera. É através dela que classificamos as lentes. É ela que define todas as características próprias de cada objetiva e o resultado estético da imagem produzida por cada uma.


LENTES GRANDE ANGULAR - (DISTÂNCIA FOCAL DE 8 A 35 MM)


As lentes grande angulares possuem um amplo ângulo de visão, ou seja, com o uso destas lentes conseguimos enquadrar uma área bastante grande a uma curta distância.

São úteis para fotografar em locais com pouco espaço, fazer tomadas panorâmicas, bem como de grupos de pessoas a pouca distância.
Devido as suas características óticas, as imagens sofrem uma distorção arredondada nas bordas, principalmente se forem feitas muito próximas ao assunto fotografado.

Uma característica marcante é a grande profundidade de campo proporcionada pelas grande angulares, mesmo em pequenas aberturas de diafragma. A foto ao lado foi feita com uma lente Nikkor 24mm f2.8.

LENTES NORMAIS - (DISTÂNCIA FOCAL DE 40 A 60 MM)

Uma lente normal produz uma imagem muito próxima da visão humana a olho nu. São lentes úteis para fotos de arquitetura, paisagens, pessoas, retratos, produzindo imagens naturais, sem grandes efeitos estéticos e com pouca distorção.

LENTES TELEOBJETIVAS - (DISTÂNCIA FOCAL ACIMA DE 80 MM)

As lentes de distância focal grande abrangem um pequeno ângulo de visão. São indicadas para fotos de objetos que estão a uma longa distância, e dos quais não podemos nos aproximar. São muito usadas para fotos de esportes e natureza.

As teles de distância focal entre 85 e 135 mm são as mais indicados para fotos de retratos, produzindo imagens sem distorção, guardando as proporções originais do modelo. Ao contrário das grande angulares, as teles possuem uma pequena profundidade de campo, que pode ser útil para compor um fundo desfocado muito interessante para um retrato.

As lentes de 300, 400 e 600 mm são as preferidas pelos fotógrafos de esportes. São lentes grandes e pesadas, e também muito caras, necessitando sempre de um monopé para sua sustentação.

LENTES “ZOOM”

A lente zoom é uma objetiva com distância focal variável, ou seja, em uma mesma lente temos várias distâncias focais diferentes. Este tipo de lente é muito versátil e prática, já que podemos com um mesmo equipamento fazer vários tipos de enquadramento.

Por exemplo: uma lente 35-105 mm nos dá a possibilidade de trabalhar com uma grande angular (regulada em 35 mm), com uma normal (regulada em 50 mm) bem como com uma tele (regulada em 105 mm).

Estas lentes são um pouco mais caras que as lentes fixas, um pouco mais pesadas e também menos luminosas. Porém são uma opção bastante prática para o trabalho do dia a dia, já que com uma única lente podemos substituir outras três.

LENTES MACRO

As lentes macro são usadas para fazer microfotografias, ou seja, fotos de objetos muito pequenos. São muitos utilizadas em fotografia médica, científica, natureza e reproduções.

Como temos que nos aproximar muito do objeto, as macrofotografias tem sempre uma pequena profundidade de campo, que pode ser compensada pelo uso de aberturas mínimas (f11, f16).

As lentes macro tem distância focal de 50, 100 e 200 mm. Quanto maior a distância focal, maior a distância do objeto fotografado. Por exemplo: uma macro ideal para um dentista seria uma 200 mm, pois ele poderia, a uma distância confortável, fotografar um dente dentro da boca do paciente.



Fonte: .http://fotografeumaideia.com.br

Filtros Fotográficos

Entendendo sobre Filtros Fotográficos
  
Já tivemos muitos tópicos no Fórum de Fotografia Digital discutindo sobre filtros. A principal dúvida é sobre qual comprar e se eles são realmente úteis. Com a fotografia digital, vários dos efeitos conseguidos com alguns filtros coloridos podem ser emulados facilmente com o Photoshop e sem o inconveniente de perder pontos de iluminação durante o processo. Mas, ainda existem alguns deles que podem ser úteis mesmo com a tecnologia digital e outros que produzem efeitos tão específicos que ainda são relevantes.

Filtros podem ser usados em DSLR e em algumas ultrazoons que possuem o anel de encaixe. Existem diferentes diâmetros de filtros. Para saber qual deles a sua câmera usa, é só dar uma olhada na frente da lente. Geralmente está escrito junto com as outras especificações, como abertura de diafragma e distância focal.

Veja abaixo alguns dos filtros que usamos em nosso dia a dia:

  • Filtro UV - o filtro ultra violeta, como já diz o nome, elimina esse tipo de radiação, que as vezes produz um efeito de uma névoa branca na foto. Esse filtro não exige que se trabalhe com aberturas maiores de diafragma, motivo que leva a maioria dos fotógrafos a usá-lo permanentemente, como forma de proteção da lente contra sujeira e riscos;
  • Filtro Skylight - esse filtro apresenta fotos com maior equilíbrio de cores, eliminando o véu atmosférico que se encontra em regiões litorâneas ou montanhosas. Ele também pode ser utilizado como protetor permanente da lente, mesmo apresentando uma coloração levemente alaranjada;
  • Filtro Polarizador - esse filtro pode ser de dois tipos, circular ou linear. Esse filtro diminuí o véu atmosférico, elimina o reflexo de superfícies como vidro e água, aumenta o contraste e satura as cores tornando, por exemplo, o azul do céu muito mais profundo. O filtro polarizador possuí um anel de controle onde é possível aumentar ou diminuir o efeito que ele produz. Esse é um tipo de filtro que diminuí a entrada de luz na lente. É necessário fazer a fotometria com o filtro já acoplado;
  • Filtro de densidade neutra (ND) - imagine a seguinte situação. Você se encontra em um dia ensolarado e quer fazer um retrato com o fundo desfocado, mas a quantidade de sol não permite utilizar grandes aberturas do diafragma. Nessa situação você utiliza um filtro de densidade neutra. Ele elimina a iluminação que entra na lente de maneira uniforme, possibilitando utilizar maiores aberturas de diafragma ou velocidades de obturador mais lentas. Ele pode ser encontrado em diferentes graduações;
  • Filtros de Correção de Cor - são filtros coloridos que visam a correção da tonalidade das fotos. Hoje em dia as câmeras digitais já estão equipadas com um recurso que visa reproduzir o efeito desses filtros. O White Balance se encontra em qualquer câmera, mesmo nas compactas totalmente automáticas. O Photoshop também oferece um grande número de filtros digitais que tentam reproduzir o efeito dos filtros de correção de cor;
  • Filtros Close-up - permitem que seja diminuída a distância focal mínima da lente, possibilitando que a câmera se aproxime mais do assunto fotografado. Os filtros close-up possuem diferentes graduações. Quanto maior o número, maior vai ser a ampliação do objeto fotografado. Com esse tipo de filtro é recomendado utilizar pequenas aberturas de diafragma, pois a profundidade de campo fica muito comprometida;
  • Filtros de efeitos especiais - são filtros com tonalidades coloridas ou que oferecerem efeitos como o difusor, o soft focus ou o sépia. Quase todos os efeitos podem ser conseguidos facilmente com o Photoshop. Eles não são usados para corrigir qualquer problema que possa aparecer nas fotos e sim colocar algo de diferente e particular nas fotos. A vantagem de se usar o Photoshop é que você pode guardar a foto editada e a original. Com o filtro somente a foto alterada é possível.

Os filtros de correção mais simples pode ser encontrados em qualquer loja de fotografia. Os filtros de correção de cor e de efeitos especiais, mais específicos, só podem ser encontrados em lojas especializadas como a Diafilme e a Consigo.

fonte: meiobit.pop.com.br/fotografia

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Equipamentos Fotográficos

Câmera

A fotografia se estabiliza como processo industrial no século XX articulando uma câmera ou câmara escura, como dispositivo formador da imagem e um modo de gravação da imagem luminosa – uma superfície fotossensível, que pode ser filme fotográfico, o papel fotográfico ou, no caso da fotografia digital, um sensor digital CCD/CMOS que transforma a luz em um mapa de impulsos elétricos, que serão armazenados como informação em um cartão digital de armazenamento. Nesse processo fica evidente a relação entre a fotografia e seus processos análogos. Por exemplo, a fotocópia ou máquina xerográfica, forma imagens permanentes, mas usa a transferência de cargas elétricas estáticas no lugar do filme fotográfico. Disso provém o termo eletrofotografia. Na raiografia, divulgada por Man Ray em 1922, imagens são produzidas pelas sombras de objetos no papel fotográfico, sem o uso de câmera. E podem-se colocar objetos diretamente do digitalizador (scanner) para produzir figuras electronicamente.
Fotógrafos controlam a câmera ao expor o material fotosensível à luz, o que se altera qualitativa e quantitativamente segundo as possibilidades de cada aparelho. Os controles são geralmente inter-relacionados. Por exemplo, a exposição varia segundo a abertura (que determina a quantidade de luz) multiplicado pela velocidade do obturador (que determina um tempo de exposição), o que varia o tom da foto, a profundidade de campo fotográfico e o grau de corte temporal do modelo fotografado. Diferentes distâncias focais das lentes permitem variar a conformação da profundidade da imagem, bem como seu ângulo.
Os controles das câmeras podem incluir:
  • Foco
  • Abertura das lentes
  • Tempo de exposição (ou velocidade de abertura do obturador)
  • Distância focal das objetivas fixas: (teleobjetiva, normal ou grande-angular), ou variáveis (zoom)
  • Sensibilidade do filme
  • Fotômetro


Lentes/Objetivas

Para entender um pouco de objetivas, uma de 24mm equivale a um campo de visão de 75 graus, e uma objetiva de 300mm equivale a um campo de visão de 12 graus. Com a lente olho de peixe de 6mm, 8mm ou 12mm, o fotógrafo inclui um campo de visão de mais de 190 graus. Uma 500mm (aquelas que se vêem em jogos de futebol, por exemplo) consegue fotografar só o guarda-redes do outro lado do campo de futebol. Ou seja, as lentes com valores inferiores a 50mm são consideradas grandes angulares, e com valores acima de 150mm são consideradas teleobjetivas.
A relação que se tem para se considerar uma objetiva como grande angular ou teleobjetivas, vem da comparação do tamanho da objetiva com a diagonal do filme utilizado. As objetivas em torno de 43 mm são consideradas normais, por possibilitarem na área do filme uma imagem com as características e um campo de visão semelhante ao olho humano.


Filmes

Entre 2006 e 2007, as vendas de câmeras fotográficas digitais cresceram 5% nos EUA, enquanto as de câmeras com filme caíram em mesma quantidade. A despeito do irreversível e crescente domínio da imagem digital no mundo da fotografia, o filme fotográfico ainda ocupa, por variados motivos, um espaço cativo no trabalho de muitos profissionais e aficcionados que promete a essa mídia uma sobrevida assegurada de vários anos.

Processos Fotográficos

 Fotografia em preto e branco

A fotografia nasceu em preto e branco, mais precisamente como o preto sobre o branco, no início do século XIX. Desde as primeiras formas de fotografia que se popularizaram, como o daguerreótipo - aproximadamente na década de 1823 - até aos filmes preto e branco atuais, houve muita evolução técnica e diminuição dos custos. Os filmes atuais têm uma grande gama de tonalidade, superior até mesmo aos coloridos, resultando em fotos muito ricas em detalhes. Por isso, as fotos feitas com filmes PB são superiores as fotos coloridas convertidas em PB.


Meio tom
As fotografias em preto e branco se destacam pela riqueza de tonalidades; a fotografia colorida não tem o mesmo alcance dinâmico.
Na fotografia P&B se costuma utilizar a luz e a sombra de forma mais proeminente para criar efeitos estéticos -  há quem prefira fotografar apenas em filme preto e branco, mesmo com a maior facilidade e menor custo do equipamento digital. Os sensores das câmeras digitais ainda possuem alcance dinâmico muito menor do que a fotografia P&B e mesmo da colorida, estando mais próximo do slide.

Fotografia colorida

A primeira fotografia colorida, tirada
por James Clerk Maxwell em 1861
A fotografia colorida foi explorada durante o século XIX e os experimentos iniciais em cores não puderam fixar a fotografia, nem prevenir a cor de enfraquecimento. Durante a metade daquele século as emulsões disponíveis ainda não eram totalmente capazes de serem sensibilizadas pela cor verde ou pela vermelha - a total sensibilidade a cor vermelha só foi obtida com êxito total no começo do século XX. A primeira fotografia colorida permanente foi tirada em 1861 pelo físico James Clerk Maxwell. O primeiro filme colorido, o Autocromo, somente chegou ao mercado no ano de 1907 e era baseado em pontos tingidos de extrato de batata.
O primeiro filme colorido moderno, o Kodachrome, foi introduzido em 1935 baseado em três emulsões coloridas. A maioria dos filmes coloridos modernos, exceto o Kodachrome, são baseados na tecnologia desenvolvida pela Agfa-color em 1936. O filme colorido instantâneo foi introduzido pela Polaroid em 1963.
A fotografia colorida pode formar imagens como uma transparência positiva, planejada para uso em projetor de slides (diapositivos) ou em negativos coloridos, planejado para uso de ampliações coloridas positivas em papel de revestimento especial. O último é atualmente a forma mais comum de filme fotográfico colorido (não digital), devido à introdução do equipamento de foto impressão automático.


Fotografia Digital

O sensor de CCD que substitui o
filme nas câmeras digitais.
Fotografia digital é a fotografia tirada com uma câmera digital ou determinados modelos de telefone celular, resultando em um arquivo de computador que pode ser editado, impresso, enviado por e-mail ou armazenado em websites ou CD-ROMs.
A fotografia tradicional era um fardo considerável para os fotógrafos que trabalhavam em localidades distantes - como correspondentes de órgãos de imprensa - sem acesso às instalações de produção. Com o aumento da competição com a televisão, houve um aumento na urgência para se transferir imagens aos jornais mais rapidamente.
Fotógrafos em localidades remotas carregariam um minilaboratório fotográfico com eles, e alguns meios de transmitir suas imagens pela linha telefônica. Em 1990, a Kodak lançou o DCS 100, a primeira câmera digital comercialmente disponível. Seu custo impediu o uso em fotojornalismo e em aplicações profissionais, mas a fotografia digital surgiu neste momento.
Em 10 anos, as câmeras digitais se tornaram produtos de consumo, e estão, de modo irreversível, substituindo gradualmente suas equivalentes tradicionais em muitas aplicações, pois o preço dos componentes eletrônicos cai e a qualidade da imagem melhora.
A Kodak anunciou em janeiro de 2004 o fim da produção da câmeras reutilizáveis de 35 milímetros após o término daquele ano. Entretanto, a fotografia "líquida" irá perdurar, pois os amadores dedicados e artistas qualificados preservam o uso de materiais e técnicas tradicionais.

Funcionamento
Na fotografia digital, a luz sensibiliza um sensor, chamado de CCD ou CMOS, que por sua vez converte a luz em um código eletrônico digital, uma matriz de números digitais (quadro com o valor das cores de todos os pixels da imagem), que será armazenado em um cartão de memória. Tipicamente, o conteúdo desta memória será mais tarde transferido para um computador. Já é possível também transferir os dados diretamente para uma impressora gerar uma imagem em papel, sem o uso de um computador. Uma vez transferida para fora do cartão de memória, este poderá ser apagado e reutilizado.

Revelação de fotos online
Revelação de fotos online é o nome vulgarmente dado ao procedimento de envio eletrônico de arquivos digitais de imagens para processamento e produção de cópias impressas por empresas especializadas. O termo não é tecnicamente correto, porque este processo dispensa justamente a etapa tradicionalmente conhecida como revelação fotográfica, porém, tem sido largamente incorporado ao vocabulário popular.

Álbuns virtuais
Com a popularização da fotografia digital, surgiram páginas da Internet especializadas em armazenar fotografias. Desse modo, suas imagens podem ser vistas por qualquer pessoa do planeta que acesse a rede. Elas ficam organizadas por pastas e podem ser separadas por assuntos a livre escolha.
Os álbuns virtuais podem ser usados com vários propósitos, abaixo estão listados alguns exemplos destes:
Portfólio: Muito usado por fotógrafos amadores/profissionais para mostrarem seus trabalhos.
Armazenamento: Quem não deseja ocupar espaço em seu HD pode usar o álbum para armazenar suas fotografias.
Negócios: Outros usam os álbuns para vender seus trabalhos fotográficos.

História da Fotografia

A palavra Fotografia vem do grego φως [fós] ("luz"), e γραφις [grafis] ("estilo", "pincel") ou γραφη grafê, e significa "desenhar com luz e contraste"..
Por definição, fotografia é, essencialmente, a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando esta em uma superfície sensível. A primeira fotografia reconhecida remonta ao ano de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando juntas ou em paralelo ao longo de muitos anos. Se por um lado os princípios fundamentais da fotografia se estabeleceram há décadas e, desde a introdução do filme fotográfico colorido, quase não sofreram mudanças, por outro, os avanços tecnológicos têm sistematicamente possibilitado melhorias na qualidade das imagens produzidas, agilização das etapas do processo de produção e a redução de custos, popularizando o uso da fotografia.
Atualmente, a introdução da tecnologia digital tem modificado drasticamente os paradigmas que norteiam o mundo da fotografia. Os equipamentos, ao mesmo tempo que são oferecidos a preços cada vez menores, disponibilizam ao usuário médio recursos cada vez mais sofisticados, assim como maior qualidade de imagem e facilidade de uso. A simplificação dos processos de captação, armazenagem, impressão e reprodução de imagens proporcionados intrinsecamente pelo ambiente digital, aliada à facilidade de integração com os recursos da informática, como organização em álbuns, incorporação de imagens em documentos e distribuição via Internet, têm ampliado e democratizado o uso da imagem fotográfica nas mais diversas aplicações. A incorporação da câmera fotográfica aos aparelhos de telefonia móvel têm definitivamente levado a fotografia ao cotidiano particular do indivíduo.
Dessa forma, a fotografia, à medida que se torna uma experiência cada vez mais pessoal, deverá ampliar, através dos diversos perfis de fotógrafos amadores ou profissionais, o já amplo espectro de significado da experiência de se conservar um momento em uma imagem.

A fotografia não é a obra final de um único criador. Ao longo da história, diversas pessoas foram agregando conceitos e processos que deram origem à fotografia como a conhecemos. O mais antigo destes conceitos foi o da câmara escura, descrita pelo napolitano Giovanni Baptista Della Porta, já em 1558, e conhecida por Leonardo da Vinci que a usava, como outros artistas no século XVI para esboçar pinturas.
O cientista italiano Angelo Sala, em 1604, percebeu que um composto de prata escurecia ao Sol, supondo que esse efeito fosse produzido pelo calor. Foi então que, Johann Heinrich Schulze fazendo experiências com ácido nítrico, prata e gesso em 1724, determinou que era a prata halógena, convertida em prata metálica, e não o calor, que provocava o escurecimento.
A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judéia. A imagem foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Nièpce chamou o processo de "heliografia", gravura com a luz do Sol. Paralelamente, outro francês, Daguerre, produzia com uma câmera escura efeitos visuais em um espetáculo denominado "Diorama". Daguerre e Niépce trocaram correspondência durante alguns anos, vindo finalmente a firmarem sociedade.
Após a morte de Nièpce, Daguerre desenvolveu um processo com vapor de mercúrio que reduzia o tempo de revelação de horas para minutos. O processo foi denominado daguerreotipia. Daguerre descreveu seu processo à Academia de Ciências e Belas Artes, na França e logo depois requereu a patente do seu invento na Inglaterra. A popularização dos daguerreótipos, deu origem às especulações sobre o "fim da pintura", inspirando o Impressionismo.

O britânico William Fox Talbot, que já efetuava pesquisas com papéis fotossensíveis, ao tomar conhecimento dos avanços de Daguerre, em 1839, decidiu apressar a apresentação de seus trabalhos à Royal Institution e à Royal Society, procurando garantir os direitos sobre suas invenções. Talbot desenvolveu um diferente processo denominado calotipo, usando folhas de papel cobertas com cloreto de prata, que posteriormente eram colocadas em contato com outro papel, produzindo a imagem positiva. Este processo é muito parecido com o processo fotográfico em uso hoje, pois também produz um negativo que pode ser reutilizado para produzir várias imagens positivas. À época, Hippolyte Bayard também desenvolveu um método de fotografia. Porém, por demorar a anunciá-lo, não pôde mais ser reconhecido como seu inventor.
No Brasil, o Francês radicado em Campinas, São Paulo, Hércules Florence conseguiu resultados superiores aos de Daguerre, pois desenvolveu negativos. Contudo, apesar das tentativas de disseminação do seu invento, ao qual denominou "Photographie" - foi o legítimo inventor da palavra - não obteve reconhecimento à época. Sua vida e obra só foram devidamente resgatadas em 1976 por Boris Kossoy.
Imagem da primeira fotografia permanente do mundo
feita por Nicéphore Niépce, em 1825.
A fotografia então popularizou-se como produto de consumo a partir de 1888 com a introdução da câmera tipo "caixão" e pelo filme em rolos substituíveis criados por George Eastman.
Desde então, o mercado fotográfico tem experimentado uma crescente evolução tecnológica, como o estabelecimento do filme colorido como padrão e o foco automático, ou exposição automática. Essas inovações indubitavelmente facilitam a captação da imagem, melhoram a qualidade de reprodução ou a rapidez do processamento, mas muito pouco foi alterado nos princípios básicos da fotografia.
A grande mudança recente, produzida a partir do final do século XX, foi a digitalização dos sistemas fotográficos. A fotografia digital mudou paradigmas no mundo da fotografia, minimizando custos, reduzindo etapas, acelerando processos e facilitando a produção, manipulação, armazenamento e transmissão de imagens pelo mundo. O aperfeiçoamento da tecnologia de reprodução de imagens digitais tem quebrado barreiras de restrição em relação a este sistema por setores que ainda prestigiam o tradicional filme, e assim, irreversivelmente ampliando o domínio da fotografia digital.

Fonte: Wikipedia